AGENESIA DENTÁRIA: O QUE É? COMO TRATAR?

Agenesia DentÁria O Que É Como Tratar - Eclinic Odontologia

O termo “agenesia dentária” indica a ausência congênita de um ou mais dentes.

A falta de formação geralmente é devido a problemas com o folículo dentário, ou seja, o embrião que irá formar o dente.

Este é um problema que afeta vários pacientes, mas que pode ser tratado adequadamente com o apoio do dentista.

A AGENESIA DENTÁRIA É ALGO MUITO COMUM

A agenesia dentária é uma patologia muito comum, caracterizada pela falta de formação de um ou mais dentes.

O termo “agenesia”, na medicina, significa a falta de um órgão desde o nascimento.

CARACTERÍSTICAS E CONSEQUÊNCIAS

A agenesia dentária geralmente é bilateral, porque afeta os dois lados da boca: a arcada dentária inferior é afetada principalmente e, na maioria dos casos, os dentes ausentes são os incisivos laterais.

O espaço vazio, portanto, é muito evidente, com danos estéticos consideráveis.

As principais consequências da agenesia dentária incluem o desconforto nas relações sociais. 

Sem uma explicação certa, estima-se que o problema afete principalmente as mulheres, em relação aos homens.

Além dos danos estéticos, outros distúrbios podem ser encontrados, como o aparecimento de má oclusão, problemas de fala e mastigação.

PRINCIPAIS CAUSAS DE AGENESIA DENTÁRIA

As causas da agenesia dentária e os fatores de risco são muitos, até sem relação entre si.

Dentre estes podemos citar fatores hereditários e familiaridade com a doença em questão, fatores genéticos como síndrome de Down e alterações genômicas que podem estar ligadas a anomalias dentárias ou craniomaxilofaciais.

Na base do problema da agenesia encontram-se também doenças somáticas como a escarlatina ou a sífilis, tratamentos médicos invasivos como a quimioterapia, mas também desequilíbrios hormonais, situações de desnutrição grave, raquitismo e doenças do metabolismo do cálcio.

AGENESIA MÚLTIPLA: AUSÊNCIA DE MAIS DE 6 DENTES

Agenesia total: ausência de dentição permanente.

O último tipo, também chamado de ablastodontia, é consequência de uma agenesia de dentes decíduos: é uma patologia muito rara, quase sempre relacionada a outras doenças de origem genética.

Em todos os casos, é sempre aconselhável proceder a um diagnóstico cuidadoso e preciso. No consultório odontológico é possível realizar todos os exames necessários.

Antes de mais nada, é essencial realizar uma radiografia dentária para verificar a estrutura óssea e a espessura do maxilar, de modo a avaliar completamente o estado da cavidade oral.

AGENESIA NA IDADE DO DESENVOLVIMENTO

Como mencionado, a agenesia pode afligir até as crianças pequenas, com ausência congênita de dentes de leite.

Os incisivos laterais são os dentes mais afetados, mas os incisivos não distinguem entre meninos e meninas. É por isso que a agenesia é geralmente diagnosticada na infância, entre os 6 e os 10 anos.

Pode acontecer de os dentes de leite não caírem ou que caiam sem serem substituídos.

Para manter a situação sob controle é aconselhável que as crianças sejam submetidas a um exame odontológico a partir dos 2-3 anos, a fim de avaliar a dentição decídua e seu desenvolvimento futuro.

POSSÍVEIS INTERVENÇÕES NO DENTISTA

A agenesia pode ser tratada adequadamente, entrando em contato com profissionais do setor.

De fato, é necessário considerar a importância de uma intervenção rápida e decisiva, adequada a cada situação, pois a agenesia pode revelar-se uma perturbação realmente problemática para quem padece com ela.

A prótese tradicional geralmente substitui em todos os aspectos, funcional e esteticamente, o dente perdido: funciona como nos casos de perda dentária, por trauma ou idade.

É preferível optar por próteses removíveis clássicas ou adesivas, em vez de fixas, para maior facilidade de uso.

Outra solução consiste no aparelho ortodôntico, que pode ser considerado uma alternativa válida, caso os dentes acometidos pela agenesia sejam molares e pré-molares, omitindo a inserção de próteses.

O aparelho terá a finalidade de recuperar o alinhamento fisiológico dos dentes ao longo do arco, principalmente nos casos em que os já presentes estão sujeitos a apinhamento ou inclinação.

Uma vez que os dentes ausentes são colocados em pontos não visíveis, esta escolha dificilmente tem repercussões estéticas negativas, e ainda permite recuperar a funcionalidade da cavidade oral.

A inserção do dispositivo de contenção é necessária para acostumar a cavidade oral à nova situação e restaurar a fisiologia da boca.

Finalmente, você pode prosseguir com a cirurgia de implante, que é considerado o tratamento mais conservador, e tem muitas vantagens em relação a outras soluções protéticas.

Ao inserir um parafuso de titânio no espaço vazio deixado pelo dente ausente, com a posterior aplicação de próteses artificiais fixas, a terapia será mais eficaz.

No entanto, antes de optar por essa solução, é necessário avaliar cuidadosamente a área disponível para a inserção da prótese, o tipo de agenesia e a idade do paciente.

A condição das gengivas também é um fator importante antes de decidir por esse tipo de cirurgia.

O importante é sempre entrar em contato com os profissionais e avaliar juntos qual é o tratamento mais eficaz e vantajoso.